Anecdota

Laughter is the Best Medicine

YES WE CAT 2: HUMOR COM TIA MÁ E MAÍRA MEDEIROS


Juliana – Que demais! E você? Juliana – Acha bom? Não acha nada. Juliana – Tá capotado. Tia Má – Esse é meu amigo! Maíra Medeiros – Olha, na língua dos gatinhos a gente deve tá contando uma bela de uma Maíra Medeiros – história de ninar Maíra Medeiros – porque o meu tá ronronando. Tia Má – Esse aqui tá muito doido porque
ele tá assim, ó. Juliana – Bem vindas! Bem vindos ao Yes We Cat. Juliana – Esse é um programa que reúne as melhores coisas da internet e do mundo, ou seja, mulheres Juliana – inspiradoras falando sobre temas interessantes como muito bom humor e gatinhos e gatinhas. Maíra Medeiros – Esse é o melhor programa
da internet, gente. Juliana – Nosso tema de hoje é humor e quem melhor pra falar sobre isso do que essas duas Juliana – Maíras? Juliana – Por favor, apresentem-se pra câmera
em uma frase. Juliana – Não, tô brincando! Maíra Medeiros – Nossa, em uma frase? Maíra Medeiros – Vai, Tia Má, você. Tia Má – Preta, gorda, nordestina e gaiata
tem que ser engraçada pra sobreviver. Maíra Medeiros – Ai, eu sou a pessoa mais
indecisa do mundo e resolvi transformar a Maíra Medeiros – minha indecisão ou decisões em vídeos na internet que as pessoas gostaram de assistir. Maíra Medeiros – Foi isso que aconteceu. Juliana – Meninas queridas, a gente tá falando
sobre humor e a gente sabe que, socialmente, Juliana – as mulheres e meninas são muitas vezes empurradas para longe do humor. Juliana – Eu queria saber se vocês concordam
com isso, se identificam com isso e se já Juliana – tiveram alguns casos semelhantes que vivenciaram. Maíra Medeiros – Ah, eu acho que quando a
gente é criança sempre tem aquela voz que Maíra Medeiros – ecoa em algum momento que fala assim: “você não pode fazer isso porque você é menina.” Maíra Medeiros – “Você não pode ser o centro das atenções.” Maíra Medeiros – “Você não pode ser engraçadinha porque você é menina.” Maíra Medeiros – E tem muito aquele rolê
que a galera acha que ser menina tem que ser Maíra Medeiros – delicada, tem que ser na dela, tem que ser uma coisa meio que insegura e, ao mesmo tempo, Maíra Medeiros – misteriosa. Maíra Medeiros – Não pode dar uma risada escandalosa. Tia Má – Eu não era menina, viu. Tia Má – Ser engraçada foi realmente minha
ferramenta de sobrevivência. Tia Má – Eu sou caçula e tenho uma irmã mais velha
que era a preta gata, sabe? Tia Má – Dentro do padrão de beleza, aquela preta
que todo mundo dizia “ó, essa daí…”. Tia Má – E aí quando as pessoas chegavam
e estavam eu, minha mãe e minha irmã, faziam assim: Tia Má – “Miralva, sua filha é linda!”. Tia Má – Com minha irmã. Tia Má – Aí, a pessoa fazia assim pra mim: Tia Má – “E essa daqui?” Tia Má – “Essa daqui, né?” Tia Má – Ó, ela é engraçadinha.” Tia Má – E, às vezes, eu não tinha dito nada pra
me chamar de engraçada. Tia Má – E aí eu fui percebendo que se eu fosse engraçada, eu ia ser vista. Tia Má – Então, assim, eu tava sempre procurando
fazer as gaiatices mesmo. Juliana – Na vida adulta, isso também continua
se repetindo. Maíra Medeiros – Às vezes, eu sinto que
alguns comentários as pessoas fazem pra mim Maíra Medeiros – e não fariam os mesmos comentários para caras. Juliana – Colegas homens. Maíra Medeiros – Teve uma colab que eu fiz
que foi um quiz. Maíra Medeiros – Estava eu, a Mari Moon e dois criadores, que era o Jovem Nerd e Azaghal. Maíra Medeiros – Jovem Nerd e Azaghal são gordos, a Mari é magrinha e eu sou gorda. Maíra Medeiros – Tinham vários comentários dizendo “aí, tira essa gorda daí que gorda não sabe o que fala” Maíra Medeiros – “essa gorda só tá tentando ser engraçada”. Maíra Medeiros – E, tipo, ninguém tava falando da gordura dos dois caras. Tia Má – No meu caso, ainda tem isso. Tia Má – Porque, mesmo eu sendo engraçada, eu sou militante do movimento negro, sou feminista. Tia Má – E aí tem dia que não tem como você fazer humor. Tia Má – O racismo não é brincadeira. Não é piada. Tia Má – Racismo é crime. Tia Má – Isso tem um nome. Tia Má – E às vezes as pessoas me cobram porque “aí,
você tá falando sério demais”. Tia Má – É porque aqui, agora, não tem graça. Maíra Medeiros – Mas deixa eu contar um negócio,
miga? Maíra Medeiros – O meu segredo é que eu
sou alérgica a gato, mas eu não contei nada Maíra Medeiros – porque senão vocês não iam me chamar. Maíra Medeiros – Mas se eu falo isso o povo
já vai tirando o gato da minha mão e eu Maíra Medeiros – falo que não quero que tire. Maíra Medeiros – Eu sei que vou espirrar igual a uma doida. Maíra Medeiros – Vou pro hospital às vezes? Maíra Medeiros – Posso ir, às vezes. Juliana – Eu acho que dá pra gente se aprofundar
num tema bastante interessante. Juliana – A gente tava falando sobre como o humor também
é usado pra falar sobre causas. Juliana – Vocês estavam falando “vamos usar
o humor como ferramenta de reflexão e luta Juliana – das minorias”. Juliana – Vocês concordam com isso? Juliana – Vocês fazem isso no trabalho de vocês? Tia Má – Eu sou a primeira mulher negra do
Brasil a ter um stand up. Tia Má – Eu faço piada sobre o racismo mas
é falando de todas as formas como a gente conseguiu superar, sabe? Tia Má – Das nossas estratégias de sobrevivência. Tia Má – O que eu percebi? Tia Má – Quando comecei a fazer graça falando sobre isso as pessoas iam. Tia Má – Porque eu faço humor falando sobre relacionamento abusivo, falando do racismo, do machismo. Tia Má – E as pessoas dão risada mas, ao mesmo tempo, elas começam a refletir. Juliana – Claro, é uma forma educativa, de
consciência. Tia Má – E tem que aquela coisa… Tia Má – Porque o opressor, o racista, o machista ou o homofóbico, o problema dele não é ser Tia Má – racista, machista, homofóbico, é saber que é. Tia Má – Pra essas pessoas o que incomoda é justamente ser apontada como tal. Tia Má – E aí, muitas vezes, é naquele
tipo de vídeo que ela dá risada do que ela faz. Tia Má – “Pô, mas eu faço esse tipo de coisa” e ela se sente um pouco menos ofendida porque o Tia Má – humor aproxima as pessoas, sabe? Maíra Medeiros – Mas quando você trata isso
com humor, nesses momentos, é a hora que Maíra Medeiros – você consegue fisgar ali uma pessoa que tá precisando ouvir aquilo. Maíra Medeiros – Por que às vezes a gente
conversa com pessoas que estão dentro da Maíra Medeiros – nossa bolha, que tão ali e já sabem de cabo a rabo tudo o que você vai falar. Maíra Medeiros – E o que você precisa pra expandir é falar
com as pessoas que estão depois dessa barreira, né? Juliana – Queria que vocês falassem um pouquinho
sobre esses estereótipos femininos no humor. Juliana – Quais são eles, se vocês tem alguns exemplos,
o que mais incomoda, como vocês estão combatendo eles. Juliana – Eu sei que a gente já falou bastante sobre
isso, mas… Maíra Medeiros – Estereótipos de mulher
no humor… Maíra Medeiros – Né, Tia Má? Maíra Medeiros – É aquela coisa da louca da TPM, a louca por chocolate, a mulher que estoura o cartão Maíra Medeiros – de crédito do marido. Maíra Medeiros – Do marido porque ela não tem dinheiro pra ter um cartão de crédito pra estourar o Maíra Medeiros – próprio dela. Maíra Medeiros – Tem que ser o do marido. Maíra Medeiros – Que mais? Maíra Medeiros – A louca por sapato. Tia Má – É a futilidade, né? Tia Má – E a ciumenta que tá sempre tensa se vai aparecer uma outra figura, uma outra mulher. Tia Má – No humor não existe sororidade. Tia Má – As mulheres se odeiam, querem matar umas as outras. Maíra Medeiros – A graça, o humor, tem duas vias. Maíra Medeiros – Uma via é quando você faz graça com o oprimido, por exemplo. Maíra Medeiros – E a outra hora é quando você faz graça com o opressor. Maíra Medeiros – Que é o que eu e a Tia Má gostamos de fazer, né, miga? Tia Má – Eu sempre digo que, pra mim, não
é piada se provoca dor em outra pessoa. Tia Má – Agora é isso. Tia Má – Eu vou continuar dizendo que esse tipo de humor vai continuar existindo por um bom tempo porque tem que consome. Tia Má – Sabe? Tia Má – É aquele tiozão que fala ainda “é pudim? Tia Má – pra comer?” Juliana – É pavê! Maíra Medeiros – É pavê ou pra comer? Tia Má – Pudim não! Tia Má – Não, lá na Bahia tem duas, calma. “É pavê ou pra comer?” Tia Má – e lá na Bahia tem “Pudim ser, pudim não
ser”. Maíra Medeiros – Menina do céu! Maíra Medeiros – O tio do pavê vem pior! Maíra Medeiros – É um combo. Juliana – Nos Estados Unidos tem um movimento
que se chama Women Are Funny que é justamente Juliana – pra discutir se mulheres são ou não são engraçadas. Juliana – Na verdade, são mulheres levando essa discussão e dizendo que somos, sim, engraçadas. Juliana – Como que vocês veem essa discussão
e essa reflexão no Brasil? Maíra Medeiros – Acho super importante a
gente trazer isso. Maíra Medeiros – Primeiro porque a gente tem ainda um conceito de criação de conteúdo, de consumo de conteúdo Maíra Medeiros – que acho meio zoado. Maíra Medeiros – Quando é a mulher que faz
conteúdo quem consome, majoritariamente, Maíra Medeiros – são outras mulheres. Maíra Medeiros – Os homens não se sentem à vontade de consumir um conteúdo criado por mulher. Maíra Medeiros – Diferente do youtuber ou
criador de conteúdo homem branco. Maíra Medeiros – Todo mundo assiste o homem branco. Juliana – Como se ele fosse neutro. Maíra Medeiros – Exatamente, é como se ele
fosse o normal, o neutro e aí cada um com Maíra Medeiros – o seu recorte, com o seu nicho. Tia Má – O homem branco… Tia Má – Ele tá me mordendo. Tia Má – Calma. Tia Má – Falou homem branco e “ai, me chateei. Tia Má – Tá falando de mim!”. Juliana – Ai, é tudo mimimi agora. Tia Má – Você é gato branco, não é homem
branco! Tia Má – O homem branco é o que dita a regra, né? Tia Má – E a gente, sem perceber, continua absorvendo
tudo o que é produzido por eles. Maíra Azevedo – Exatamente. Tia Má – E aí você cria esse vício de consumo. Maíra Azevedo – Eu acho que muitos homens
precisam tirar um pouco esse lance de Maíra Medeiros – “ai, eu sou homem e não posso consumir isso de mulher”, quebrar esse preconceito e começar Maíra Medeiros – a conhecer outras vozes. Tia Má – Eu acho que do que isso, mais que
os homens conhecerem também, tem uma outra Tia Má – coisa que a gente tem que começar a querer, a brigar, a se apropriar que são as empresas Tia Má – patrocinarem, apoiarem. Tia Má – O que falta pra gente muitas vezes é ter
o incentivo, alguém que vá lá e viabilize Tia Má – a realização daquilo. Tia Má – Inclusive, posso, minha filha, pedir
pra ver se alguém… Tia Má – Tome vergonha nessa cara e apoie uma mulher preta fazendo stand up. Tia Má – Eu tô pedindo porque eu tenho um filho pra criar. Tia Má – Meu filho come cinco pães. Tia Má – Eu tô chegando em uma fase que eu digo pra
ele: “vá dormir!”. Tia Má – As mães falando assim: “ai, meu
filho não come nada”. Tia Má – Vai me dando uma inveja! Juliana – Quão trabalhoso é ser engraçada? Tia Má – Meus vídeos não têm roteiro escrito. Tia Má – O roteiro tá aqui na minha cabeça, tanto que é
por isso que meus vídeos são todos toscos, Tia Má – sem edição. Tia Má – Eu tenho que pensar e gravar naquela hora. Tia Má – O que acontece é que, por conta
disso, eu preciso estar atenta a tudo. Tia Má – Eu tenho que me informar, que me dedicar ao que tá acontecendo no mundo. Tia Má – Eu sei que cada um tem o seu método de criação, mas eu não acho que ninguém Tia Má – faz assim “humm, vamos criar piadas”. Juliana – Por isso que eu acho que dá trabalho. Maíra Medeiros – É um lance de observação. Maíra Medeiros – Você tem que observar muito o que tá acontecendo
com você, a sua volta. Maíra Medeiros – É o que a Tia Má falou. Maíra Medeiros – O humor é uma crônica da vida real. Maíra Medeiros – Você viveu aquilo, viu uma coisa e acha que aquilo traz um viés engraçado. Maíra Medeiros – Mas eu não consigo fazer uma coisa engraçada do nada. Maíra Medeiros – “Faz uma coisa aí engraçada!”. Maíra Medeiros – Eu não sei fazer. Maíra Medeiros – Vou fazer uma careta, sei lá. Maíra Medeiros – Eu esqueci o que eu ia falar,
na verdade, porque eu fiquei beijando o gato aqui. Maíra Medeiros – Eu não lembro o que ia falar, desculpa. Maíra Medeiros – Olha essa aqui atrás! Tia Má – Esse aqui é muito louco! Tia Má – Esse daqui eu acho que é de lá de Salvador
porque ele tá em alguma festa. Tia Má – Ele tá de onda, tá pulando. Tia Má – Tô louco, louco! Juliana – Vamos pra rodada rápida? Maíra Medeiros – Vamos! Maíra Medeiros – Olha, eu preciso avisar que sou de gêmeos e não consigo nada de rodada rápida. Tia Má – Também não. Sou aquariana. Juliana – Uma rodada mais ou menos rápida. Juliana – Ok, rodada rápida! Juliana – Seguinte, tem perguntas curtinhas e nossas
queridas Mas escrevem nesses gatinhos. Juliana – Mostrem que fofinhos que são. Juliana – Lindos! Juliana – E é isso. Juliana – A gente vai comparar, se dá match aqui ou se não. Juliana – Morro de rir quando… Juliana – Podemos! Maíra Medeiros – Eu gosto de rir quando dão
risada junto. Maíra Medeiros – Quando você tá rindo sozinha… Maíra Medeiros – Não sei explicar. Maíra Medeiros – Risada pra mim é uma coisa muito contagiante. Maíra Medeiros – Eu gosto de rir aí quando a outra pessoa também dá risada você já tá rindo de Maíra Medeiros – uma coisa que nem sabe mais o que é. Maíra Medeiros – Você tá rindo porque a outra pessoa tá rindo. Tia Má – Eu dou risada quando estou junto
da minha família. Tia Má – Eu tenho uma família que é muito engraçada e a gente pratica o bullying familiar onde Tia Ma – só a gente mesmo pode se sacanear. Tia Má – Sabe como é? Tia Má – Até porque isso é uma forma, inclusive,
de preparar a gente para o bullying externo. Tia Má – Então quando alguém chega eu digo “ah, pelo amor de Deus! Tia Má – É com isso aí que você vai me sacanear? Tia Má – Isso aí em casa é feijão com arroz.” Juliana – Morro de rir com quem? Juliana – Podemos mostrar! Maíra Medeiros – Ai, quase espirrei! Maíra Medeiros – Desculpa! Juliana – Espirrou! Juliana – Lázaro Ramos. Tia Má – Pois é, acho que todo mundo sabe, mas ele é muito engraçado. Tia Má – E, às vezes, ele me faz tanto rir que eu não consigo acreditar que sou engraçada Tia Má – quando tô perto dele. Tia Má – Porque eu fico rindo o tempo todo. Maíra Medeiros – Eu dou muita risada com
os meninos do Diva da Depressão. Maíra Medeiros – Eles são muito engraçados e quando estamos juntos, a gente não para de rir nunca um do outro. Maíra Medeiros – Fica aquele negócio “não sabemos do que estamos rindo, mas estamos rindo.” Maíra Medeiros – Atchim! Maíra Medeiros – Desculpa. Agora talvez esteja pegando… Juliana – E o melhor meme do último ano foi… Tia Má – Ai, gente, não existe… Maíra Medeiros – Gente, o melhor meme? Juliana – Virando! Maíra Medeiros – Cara, qual foi o meme que você colocou? Tia Má – Botei todos da Gretchen porque,
gente, as expressões dela são maravilhosas. Tia Má – Servem para tudo. Tia Má – Inclusive, algumas não consigo nem definir o que ela tá sentindo. Tia Má – Se é dor, se é raiva, se é fome, se é
ódio, se tá casando de novo. Juliana – Vamos por umas Gretchens aqui. Maíra Medeiros – O meme que eu amo é de
um bicho esquisito. Maíra Medeiros – Não sei o que ele é. Maíra Medeiros – Tem uma carinha assim ó. Maíra Medeiros – E tá escrito “quenhe vc”. Maíra Medeiros – É o melhor meme do mundo, gente. Recomendo vocês já deixarem salvo no celular. Maíra Medeiros – Ali no Facebook, no fervor, o povo dando opinião da sua vida, já manda um “quenhe vc”. Juliana – E a última pergunta. Juliana – Completem a frase “Gatas são…”. Tia Má – Pra mim, é a possibilidade do novo
porque eu não tinha gatos. Tia Má – Achava gato estranho. Tia Má – Aí, de repente, aparece um gato na minha
porta. Tia Má – Ai, “ah, vamos dar leitinho pra ele”, antes
de oferecer pra doação. Tia Má – E foram passando os dias. Tia Má – No outro dia já comprei a caminha dele, comprei outro negocinho, ele cresceu, já está comendo ração, já virou lixo. Tia Má – O nome dele é chocoto e ele fez a
gente aprender o novo, sabe. Tia Má – A gente agora gosta. Tia Má – Então, além dos cinco pães, tem a ração do chocoto. Juliana – Foi maravilhoso! Maíra Medeiros – Eu amei demais! Maíra Medeiros – Agradeça me trazendo mais vezes pra brincar com gatinho. Juliana – Vamos! Juliana – Adorei! Obrigadíssimo! Juliana – Obrigada às Olgas também que assistiram. Juliana – Assine o canal. Juliana – Meninas, me ajudem. Juliana – Assinem o canal onde? Maíra Medeiros – Aqui, ó! Maíra Medeiros – Aqui embaixo. Tia Má – Aqui, aqui. Juliana – Obrigadíssimo! Maíra Medeiros – Um beijo, gente! Tia Má – Beijo! Tia Má – Tchau! Tia Má – Eu sou Maíra Azevedo, Tia Má. Maíra Medeiros – Eu sou a Maíra Medeiros,
do canal Nunca Te Pedi Nada, e estamos aqui Maíra Medeiros – com gatinhos. Tia Má – Pois é! Tia Má – Pra dizer pra vocês que gatinho mesmo, bacaninha, de verdade, você encontra na SOS Gatinhos. Tia Má – Porque bacana é adotar, não é legal comprar, tá? Tia Má – Tô logo dando a ideia! Maíra Medeiros – Exatamente! Maíra Medeiros – Faça da adoção a única opção e lembra que a SOS Gatinhos tem muitos gatinhos lindos Maíra Medeiros – que precisam de uma casinha. Maíra Medeiros – Vem me adotar! Maíra Medeiros – Eu quero uma casa! Tia Má – Se eu cantar ninguém adota.

59 thoughts on “YES WE CAT 2: HUMOR COM TIA MÁ E MAÍRA MEDEIROS

  1. Maíra você é mais do que diferentona. Unicórnia, amorzinho, feminista, defensora dos animais, etc. Adoro você e meu sonho é encontrar vc e as divas um dia

  2. — Posso te contar um segredo?
    — Pode, pode
    — Eu sou alérgica a gatos
    * Maira esfregando o gato na cara*
    KJKKKKKKKKKK DONAS PROPRIETÁRIAS DO MEU CORAÇÃO

  3. Aqui na minha casa tb rola bullying entre mim e meu marido alemão ….Aqui em casa é supremacia branca X preta 😂😂😂😂😂

  4. Já ouvi muita coisa sem noção ,como tenho bom humor e sou "gordaa (à ela è engraçada né ,mais também gordaaa se não ninguém vai gostar dela )euu que (o marido dela è novo bonito pensei que era um velho ) então como è Brazilll ,sou gorda sim casada com um gato sim engraçada também parabéns vcs arrasaram .

  5. Ai gnt q canal fofo. E os cats . Tia Má maravilhosa eu como mulher preta me identifico muito quando ela fala. Maira tá muito maravilhosa tbm

  6. Hipocrisia chama dois homens de gordos, mais quando faz o mesmo com vc não gosta, pra vc esta esprementando o próprio veneno…..do mesmo jeito que os homens se sentiram ofendido vc também….do mesmo jeito que os escarnecedores são quando te xinga mulher vc também e

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